09/06/2016
OAB-PB discute em audiência pública a implantação dos Cartórios unificados em JP e CG


OAB-PB discute em audiência pública a implantação dos Cartórios unificados em JP e CG

A Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Paraíba (OAB-PB), realizou na tarde desta quarta-feira (08), um evento pioneiro e revolucionário na sociedade paraibana, a audiência pública para discutir a implantação dos Cartórios unificados das varas de família de João Pessoa e Campina Grande.  A solenidade foi comandada pelo presidente da OAB-PB, Paulo Maia.

Compuseram a mesa além do presidente Paulo Maia, o vice-presidente da OAB-PB, Raoni Vita; a tesoureira da casa Tainá de Freitas; o juiz Eduardo Soares de Carvalho; o presidente da Comissão da Justiça Cível, Francisco Fideles; o presidente da Comissão de Direito de Família, Dimitri Soares e o presidente da Associação dos Técnicos e Analistas do Judiciário da Paraíba (ASTAJ-PB), Camilo Cabral.

Um dos pontos discutidos na audiência pública e que será adotado pela OAB-PB, é que a partir de agora todas as ponderações e os dados apresentados documentalmente pelo Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), serão submetidos ao Conselho Pleno da OAB-PB, para que ela possa adotar uma posição votada, deliberada. De acordo com Paulo Maia, “Essa posição será manifestada nos autos do pedido de providência, para que se possa deixar registrado qual é a posição da OAB-PB naquilo que ela pensa, que ela sente, daquilo que a instituição deseja para os cartórios de família no sentido de uma participação democrática, respeitosa para a advocacia e para o cidadão,” disse.

“Estão de parabéns a OAB-PB, todos os advogados que estiveram na audiência pública, os presidentes das comissões, servidores do poder judiciário por esse importante momento democrático que deflagrou a participação da OAB-PB nos destinos da jurisdição do Estado da Paraíba,” concluiu Paulo Maia.

Para o juiz Eduardo Carvalho, “a audiência pública foi de fundamental importância porque demonstra que o TJPB, a OAB-PB, a ASTAJ-PB e a sociedade como um todo, tem o mesmo objetivo a ser alcançado que é a melhoria da prestação jurisdicional, emanados em regime de cooperação de mútuo entendimento, podemos alcançar patamares bem mais agradáveis, bem mais eficientes que venham a satisfazer todos os interesses,” afirmou.